quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Você tem fome de quê?

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No livro Psicologia Aplicada à Administração, Agostinho Minicucci escreve “geralmente renunciamos à nossa liberdade de ação para receber recompensas por pertencer a uma organização” (pág 114). Por que nos submetemos a nos submeter? Eric Berne diz que as crianças nascem como princesas e príncipes e seus pais os transformam em sapos. Não pensemos que nossos pais são “culpados” pelo que acontece em nossas vidas. Na verdade essa frase quer simplesmente dizer que os nossos primeiros ensinamentos básicos em relação à troca de carícias (entenda carícia como toda manifestação de afeto, positiva ou negativa, um toque, uma palavra, um presente, um olhar, um soco) nos ensinam a desperdiçar a maior parte do nosso tempo procurando carícias que não nos satisfazem (esses ensinamentos também foram dados aos nossos pais pelos nossos avós e aos nossos avós pelos pais deles e assim por diante!). Sendo assim, nos tornamos facilmente manipulados por pessoas que controlam o fornecimento de carícias através do monopólio delas, porque estamos com fome de carícias! As carícias são tão necessárias à vida humana quanto as outras necessidades biológicas primárias, tais como comida, água e abrigo. A nossa educação cria em nós uma estrutura de caráter que nos impede de buscarmos nossa libertação. Sofremos alienação de nós mesmos, dos nossos amigos e da nossa natureza para a preservação de uma sociedade repressora. O estabelecimento opressivo produz gente (especialmente homens) que são largamente destituídos de sentimentos e sensações em seus corpos, podendo ser explorados como máquinas pelos outros. Aprendemos então a nos comportar de maneira desejável para um “bem” social maior, embora não necessariamente o melhor para nós. Esta manipulação da economia de carícias, involuntariamente adotada pelo maior número de pessoas, jamais foi compreendida como estando a serviço de uma ordem estabelecida e, sendo assim, as pessoas não conseguem avaliar em que medida o controle da economia de carícias está a favor dessa ordem ou não está. A questão é temos regulamentos muito estritos sobre como as carícias devem ser trocadas. A população em geral está faminta de carícias e um grande número de empresas, tais como os salões de massagem, SPAs, empresas de tabaco, de bebida e de automóveis, estão ocupadas em vender carícias aos seus consumidores. O que podemos fazer é nos libertarmos das restrições da economia de carícias para recuperar o controle dos meios de satisfação de uma necessidade importante. A idéia de que seres humanos satisfeitos não trabalharão e não terão responsabilidade tem sido a premissa básica da educação de muitas crianças. Na verdade, na medida em que os seres humanos forem se tornando cada vez mais satisfeitos em suas capacidades de carícias, serão mais capazes de buscar e conseguir a harmonia consigo mesmo, com os outros e com a natureza.
(Lorraine Possamai)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Importante saber (Parte 2)

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Um Mestre hindu falou:
"Errar, ter defeitos, falhas, fraquezas, é seu direito.
Trabalhar para transmutar isso tudo é seu dever".
"Assim como pensares, assim serás.
Dirige o foco de tua consciência às Verdades do espírito e elas virão até ti.
Vives neste mundo, mas já não pertences a ele.
O Amor é a força que te impele para cima.
A Fé é o cajado que te ampara na caminhada...Entrega-te a teus impulsos internos e segue a bússola de
teu coração.
Firma teus olhos na luz de tua Alma que como farol te indica a direção a seguir.
Trabalha árdua e intensamente pelos teus irmãos, irradiando a luz de teu coração constantemente para
que outras almas se abasteçam e consigam despertar em consciência.
Assim, o foco de Luz em ti irá aumentar gradualmente até que a intensidade chegue ao ponto de envolver
todas as consciências. Este é um trabalho dinâmico e silencioso.

"O Divino que existe em mim, saúda o Divino que existe em você".

Uma boa semana e que nas suas caminhadas, a Luz Divina esteja com sempre com você!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Importante saber (Parte 1)

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1. Todos nós ao nascer, ganhamos um espelho. Este espelho é, então, colado no nosso peito. E assim vivemos toda a nossa vida, refletindo o outro e vendo no (espelho do) outro o nosso reflexo. Hermann Hesse disse : " Se você odeia uma pessoa, odeia algo nela que faz parte de você. O que não faz parte de nós não nos incomoda."
Viver considerando isto vai desenvolvendo nossa compaixão, nossa tolerância, nossa empatia e nossa solidariedade para com as nossas fraquezas e dificuldades e as dos outros.
2. Cem por cento do que somos e vivemos (inclusive o que supomos ser acidentes) é fruto de nossas escolhas e opções. Conscientes ou inconscientes. Viver consciente disto desenvolve nosso discernimento e nossa responsabilidade para com a vida, com as pessoas e com nossas atitudes.
3. Livre-se da culpa. A única função da culpa é manter sua auto-estima baixa (por isso algumas religiões fomentam a idéia da culpa para assim manter poder). Transmute a culpa por responsabilidade. Ninguém é culpado de absolutamente nada, mas todos são completamente responsáveis por tudo. Viver assim te torna mais atento e cuidadoso para com toda a existência.
4. Desenvolva a aceitação. Sempre que entramos em contato com alguma dificuldade ou fraqueza nossa, através de alguém ou de alguma circunstância, normalmente o primeiro impulso da mente/ ego é: ou nos defendemos, negando e resistindo a entrar em contato (muitas vezes entrando na irritação e na revolta, geralmente imputando a culpa a alguém ou a alguma coisa), ou entramos na condição de vítimas, mergulhando na baixa auto-estima. Aceite sua natureza humana como ela é e aceite também a sua sombra. Entenda que você está aqui na Terra para aprender e expandir sua existência.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Terapeutas

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“Aqueles que se tornam Terapeutas, não o fazem por hábito ou pela insistência alheia, mas por um arrebatamento de amor divino”.
(Philon de Alexandria)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Frase da semana

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"Não podes ensinar nada a um Homem.
Podes somente ajudá-lo a descobrir as coisas dentro de si mesmo"
(Galileu)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nunca é tarde demais

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"Para as coisas importantes nunca é tarde demais... Não há limite de tempo. Comece quando quiser. Mude ou continue sendo o mesmo. Não há regras para isso. Pode fazer o melhor ou o pior... Espero que você faça o melhor... Pode tirar o máximo proveito ou o mínimo. Veja coisas surpreendentes. Sinta coisas que nunca sentiu antes. Conheça pessoas com um ponto de vista diferente. Tenha uma vida da qual se orgulhe. E se não se orgulhar dela... encontre forças para começar tudo de novo! "

(O curioso Caso de Benjamin Button)