Bendigamos a vida, bem-te-ví, bem-te-vejo,
Para que bem nos vejamos.
Que tenhamos olhos de bichos e árvores como promessas de
luz.
Para que todos os seres espelhem o ideal da fraternidade.
Que sejamos peixes na tranquilidade do profundo azul...
E que nos berçários de vida ouçamos o choro de um rio como
um acalanto.
Também bendigamos a manhã, arara-aurora, o pássaro da luz.
Para que seja estabelecido um novo acordo do humano e o
ambiente onde vigorem a cordialidade e a compreensão do
Todo.
Bendigamos a noite como os vaga-lumes, as corujas e os
morcegos...
Para que façamos brilhar nossa luz interna.
Que se elabore uma nova ética, onde exista o respeito ao
direito de ser e de viver de cada uma das partes.
Para que a educação reconcilie o ser humano com o universo.
Como o exemplo de cooperação da árvore e da orquídea. Uma
promove o amparo, a outra o encantamento.
Que aprendamos a adivinhar o tempo do descansar e de se
retirar...
Como as formigas moribundas diante da passagem.
E estejamos ao mesmo tempo com o olhar voltado para o centro
e o Cosmo.
E que, após o sono de transição, nossa esperança renasça sob
a benção silenciosa dos vegetais para que o canto de um
pássaro distante e invisível nos diga:
Sem-Fim,
Sem-Fim,
Sem-Fim.
E que na Terra, como o inseto, de joelhos, louvemos-a-Deus,
recolhendo as amostras enviadas do paraíso celeste: a
natureza, a música e as mães.
Sem que a humildade mesmo o saiba.
Lélio Costa e Silva: Médico-veterinário, especialista em ecologia e conservação ambiental. Consultor de Educação Ambiental.
Para que bem nos vejamos.
Que tenhamos olhos de bichos e árvores como promessas de
luz.
Para que todos os seres espelhem o ideal da fraternidade.
Que sejamos peixes na tranquilidade do profundo azul...
E que nos berçários de vida ouçamos o choro de um rio como
um acalanto.
Também bendigamos a manhã, arara-aurora, o pássaro da luz.
Para que seja estabelecido um novo acordo do humano e o
ambiente onde vigorem a cordialidade e a compreensão do
Todo.
Bendigamos a noite como os vaga-lumes, as corujas e os
morcegos...
Para que façamos brilhar nossa luz interna.
Que se elabore uma nova ética, onde exista o respeito ao
direito de ser e de viver de cada uma das partes.
Para que a educação reconcilie o ser humano com o universo.
Como o exemplo de cooperação da árvore e da orquídea. Uma
promove o amparo, a outra o encantamento.
Que aprendamos a adivinhar o tempo do descansar e de se
retirar...
Como as formigas moribundas diante da passagem.
E estejamos ao mesmo tempo com o olhar voltado para o centro
e o Cosmo.
E que, após o sono de transição, nossa esperança renasça sob
a benção silenciosa dos vegetais para que o canto de um
pássaro distante e invisível nos diga:
Sem-Fim,
Sem-Fim,
Sem-Fim.
E que na Terra, como o inseto, de joelhos, louvemos-a-Deus,
recolhendo as amostras enviadas do paraíso celeste: a
natureza, a música e as mães.
Sem que a humildade mesmo o saiba.
Lélio Costa e Silva: Médico-veterinário, especialista em ecologia e conservação ambiental. Consultor de Educação Ambiental.




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