Estar OK significa, principalmente, ser autônomo. A okeidade de uma pessoa não pode depender das reações dos outros.
Intimidade: “ a relação que leva à intimidade é, para muitas pessoas, uma relação motivada pela deficiência, ou seja, na satisfação de carências de ambas as partes”.
“Uma relação que exige que o outro não seja ele mesmo é uma relação insatisfatória e tóxica, implicando sempre em disfarces. Quando as pessoas não são elas mesmas conosco, elas não estão realmente conosco e, de fato, estamos sós”.
A intimidade deve vir de dentro para fora: é a partir da intimidade consigo mesmo que a pessoa se abre para receber e aceitar o abraço do outro, pois, enquanto isso não ocorre, o vazio fica na espera do aconchego que nunca aquece. Seja para si mesmo o que você precisa, abrace-se, ame-se, elogie-se, deixe de olhar o mundo com a cor manchada da sua decisão original, redecida: “desisto de esperar que os outros me preencham e tomem conta de mim; que os outros adivinhem a minha carência e me concedam espaço. Tomo agora a minha própria mão; comprometo-me a ser um acompanhante amigo de mim mesmo. Assumo ser a minha própria luz”.
Consciência e atitude: a consciência, como a entendemos, é função do A vivendo AQUI-E-AGORA. “Estar aqui-e-agora significa a libertação do refúgio e prisão do passado, ansiedade do futuro e estar aberto às estimulações do presente”.
“Qualquer atitude, considerada no lá-e-então representa uma expectativa de que o passado se repita no presente (P e CA)”.
“Acreditamos que com a progressiva libertação do rígido e compulsivo condicionamento ao habitual tornaremo-nos aptos a estar plenamente conscientes no aqui-e-agora”.
Espontaneidade: a contenção de emoções vindas da infância absorve energia, impede a função espontânea de corpo: sensação-sensitividade-criatividade-produtividade-comunicação a sentir.
-É necessário libertar essa C;
-Saber que ela existe;
-Desenvolver PN que a defenda e proteja.
O caminho para o A Integral é a reaprendizagem da nossa sensibilidade e o reencontro com o nosso corpo: readquirirmos nossa linguagem esquecida.
Enfim, autonomia pode ser muito bem compreendida com a seguinte frase de Fernando Pessoa: “A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos”.




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